LOURDES MONTEIRO CRIA PROJETO DE LEI PARA AMPLIAR TRANSPARÊNCIA NO SUS, MAS É REJEITADO

Quem espera por consulta ou exame na rede pública de saúde de Ponta Porã muitas vezes não sabe quando será chamado — e foi justamente esse problema que a vereadora Lourdes Monteiro tentou enfrentar. Um projeto de lei apresentado por ela buscava permitir que a população acompanhasse a posição na fila de atendimento, trazendo mais transparência e justiça no acesso à saúde.

A proposta permitiria a divulgação da ordem de consultas e exames, dando ao cidadão o direito de saber sua situação na fila. A medida poderia reduzir dúvidas, evitar desconfianças e fortalecer o controle da população sobre um serviço essencial do dia a dia.

Mesmo com esse objetivo, o projeto de lei foi barrado pela Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final (CCJ). A decisão interrompe uma iniciativa considerada viável e importante para quem depende do sistema público de saúde.

A rejeição levanta um questionamento direto: por que impedir uma medida que daria mais transparência a um dos maiores problemas enfrentados pela população? Para Lourdes Monteiro, a decisão não atende ao interesse público e mantém a população sem acesso a uma informação básica — saber quando será atendida.

VEREADORA LOURDES MONTEIRO PROMOVE A 25ª EXPOFLOR EM BENEFÍCIO DE PACIENTES COM CÂNCER

A vereadora  Lourdes Monteiro promove mais uma edição da Expoflor, exposição que reúne plantas e flores dos mais variados tipos. O evento acontece entre os dias 20 e 24 de maio, no Salão Paroquial da Igreja São José, na Avenida Brasil, com entrada gratuita.
Os visitantes poderão encontrar plantas ornamentais, orquídeas e plantas frutíferas, em uma mostra dedicada a quem aprecia a natureza e o cultivo.
A exposição funcionará nos seguintes horários:

20/05 (quarta) — 08h às 18h
21/05 (quinta) — 08h às 18h
22/05 (sexta) — 08h às 18h
23/05 (sábado) — 08h às 18h
24/05 (domingo) — 08h às 12h

A entrada é gratuita e aberta a toda a população.

PROJETO DE LOURDES MONTEIRO QUE ENTREGARIA REMÉDIOS EM CASA A PACIENTES COM DIFICULDADE DE LOCOMOÇÃO É BARRADO

O projeto de lei da vereadora Lourdes Monteiro, que prevê a criação do programa “Remédio em Casa” em Ponta Porã, foi barrado na Câmara Municipal, mesmo após passar por reformulações para atender exigências técnicas, legais e orçamentárias. A proposta tinha como objetivo garantir a entrega domiciliar de medicamentos de uso contínuo a idosos, pacientes acamados e pessoas com dificuldade de locomoção.

De acordo com o Projeto de Lei encaminhado pela parlamentar, o texto foi ajustado conforme orientações do setor legislativo, buscando assegurar sua viabilidade jurídica e administrativa. A iniciativa também previa a utilização de servidores já atuantes na rede de saúde, além da possibilidade de parcerias com programas estaduais, sem gerar impacto orçamentário imediato ao município.

Mesmo com as adequações, o Projeto de Lei não avançou, o que levanta questionamentos sobre os critérios adotados para sua rejeição. A proposta buscava ampliar o acesso à medicação para pacientes em situação de vulnerabilidade, contribuindo para a continuidade dos tratamentos e melhoria da qualidade de vida, especialmente daqueles que enfrentam dificuldades de locomoção.



LOURDES MONTEIRO VISITA GOVERNADOR PARA TRATAR DE POSSÍVEL CANDIDATURA A DEPUTADA ESTADUAL POR PONTA PORÃ

A vereadora Lourdes Monteiro (PL) esteve em agenda institucional com o governador Eduardo Riedel, em um encontro que integra o conjunto de articulações políticas em andamento no Mato Grosso do Sul. A reunião ocorre em um momento de movimentações estratégicas voltadas ao fortalecimento de lideranças e à construção de novos caminhos dentro do cenário estadual.

Durante a agenda, foram discutidas, de forma ampla, perspectivas relacionadas ao futuro político da parlamentar, incluindo a possibilidade de uma candidatura a deputada estadual por Ponta Porã. A iniciativa reflete um processo natural de projeção política, indicando a ampliação de sua atuação para além do Legislativo municipal e sua inserção em debates de maior alcance.

O encontro também evidencia a importância do diálogo entre diferentes esferas de poder, reforçando a construção de alinhamentos institucionais e o fortalecimento de pautas regionais. Nesse contexto, a movimentação da vereadora sinaliza a busca por maior representatividade para Ponta Porã no âmbito estadual, acompanhando o dinamismo do cenário político e as demandas da população local.

VEREADORA LOURDES MONTEIRO PROPÕE CPI EM PONTA PORÃ

A vereadora Lourdes Monteiro propôs a abertura de uma CPI — Comissão Parlamentar de Inquérito — para investigar a atuação da Energisa em Ponta Porã, após sucessivas quedas de energia elétrica que vêm afetando todos os bairros do município.

A proposta ganhou força depois que a empresa ignorou uma audiência pública convocada justamente para que prestasse esclarecimentos. Vereadores, o secretário municipal de Obras e Urbanismo e moradores aguardavam as explicações, mas a Energisa enviou uma justificativa de última hora, alegando outro compromisso, e não compareceu. A ausência foi considerada um desrespeito aos representantes públicos e à população diante da gravidade da situação.

Com a CPI, a parlamentar busca aprofundar a investigação sobre as falhas no fornecimento de energia, convocar representantes da empresa para depoimentos e garantir maior transparência na prestação do serviço. Caso instaurada, a comissão poderá apurar responsabilidades, reunir provas, recomendar sanções e pressionar por melhorias concretas para quem paga a conta todo mês.




COMISSÃO DA CÂMARA REJEITA PROJETO DE LOURDES MONTEIRO QUE BENEFICIARIA ALUNO COM AUTISMO

A rejeição do projeto “Cardápio Inclusivo”, de autoria da vereadora Lourdes Monteiro, pela Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final (CCJ) da Câmara Municipal de Ponta Porã trouxe à tona um debate que vai além da política e atinge diretamente a realidade de muitas famílias com filhos atípicos.

A proposta surgiu a partir do contato de uma mãe de uma criança com Transtorno do Espectro Autista (TEA) com a vereadora. Sensibilizada pelo relato, Lourdes Monteiro passou a buscar informações para entender se aquela dificuldade era um caso isolado ou uma realidade mais ampla.

Durante esse levantamento, identificou que a seletividade alimentar é uma característica frequentemente associada ao autismo. Estudos indicam que entre 70% e 90% das crianças com TEA podem apresentar esse comportamento, que se manifesta de diferentes formas — como preferência por determinadas texturas, cores ou cheiros, rejeição a alimentos novos (neofobia alimentar) e hipersensibilidade sensorial relacionada à comida.

Diante desse cenário, e percebendo que a situação relatada por essa mãe poderia se repetir em outras famílias, a vereadora apresentou um projeto de lei com o objetivo de autorizar o município a oferecer alimentação escolar inclusiva para alunos com restrições alimentares, garantindo que essas crianças tenham acesso a uma merenda adequada às suas necessidades.

Na prática, a iniciativa permitiria que as escolas adotassem cardápios específicos mediante laudo médico ou nutricional, respeitando as necessidades individuais desses alunos e promovendo maior inclusão no ambiente escolar. Mesmo sendo uma proposta de caráter autorizativo — ou seja, sem obrigar a execução imediata ou gerar despesas diretas —, o projeto foi barrado após parecer da Comissão de Legislação, Justiça e Redação Final (CCJ) da Câmara Municipal de Ponta Porã.

A decisão chama atenção especialmente pelo impacto sobre crianças com TEA, público que poderia ser diretamente beneficiado. A seletividade alimentar, bastante comum entre pessoas com autismo, pode dificultar a adaptação ao ambiente escolar e, em alguns casos, comprometer até mesmo a permanência dessas crianças nas unidades de ensino.

Diante desse cenário, a rejeição levanta uma reflexão inevitável: ao barrar uma proposta que não impunha obrigação imediata de gastos, a CCJ está sendo cautelosa — ou deixando de priorizar uma necessidade básica de inclusão e dignidade dentro das escolas?

Presidente da rede de combate ao câncer, vereadora pelo 2° mandato e candidata a deputada federal

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